Cantiga para recolher restos de paraíso

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No papel não caberia a zona de ficção e de presença das minhas corporeidades poéticas, sensíveis, afetivas e de sinestesias. Nem minhas vivências periféricas ou meu amor às causas perdidas. Não daria conta da poesia de gambiarra dos efêmeros e precários nas revoluções do cotidiano e do corriqueiro. Porque sempre percorri as tramas de sentidos invisíveis dos efêmeros nós. Porque não é a cruz que me carrega, mas esse oceano dentro de mim.

intervenção sobre foto de agno santos

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